Hoje
Últimas

Marta Moneo

Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.
22/2/2024

O sinuoso percurso do auto-saber

Singularidade e aceitação se entrelaçam em jornada pessoal

Última atualização
22/2/2024 15:40
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

Tomo como tema uma questão intrigante com a qual cada um de nós tem de operar ao longo da vida: nossa esquisitice. E sei que versar sobre isso soa muito bizarro! A estranheza intrínseca do ser, contudo, é a responsável por nos denominar ao Outro, queira-se ou não.

Falo dessa tal singularidade a extravasar do dentro para o fora, de mim para algo além, e a repercutir interpretações no alheio. Somos lidos o tempo todo por olhares não pertencentes, estrangeiros... a despeito de nosso querer – o que quase sempre acirra o mal-estar diante do convívio – nesse eterno embate entre as enraizadas pulsões arcaicas e o regramento social, a nos cercar/cercear no vai-e-vem das relações. Por isso negociar o que de mim emerge, aquilo que na maioria das vezes eu sequer sei, com a impressão causada a terceiros, requer a todo tempo o regresso do Eu (passo a passo construído no compasso dado por discursos disjuntos) a um pensar ensimesmado.

Marta Moneo
:
Explorando a esquisitice e o autoconhecimento, a colunista reflete sobre a singularidade como essência da identidade. Ela conta a história de uma jovem em busca de aceitação.
9/2/2024

Suicídio: uma enganosa ponte

Freud explica: a pulsão de morte e o desejo de não desejar

Última atualização
12/2/2024 16:50
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

No ambiente das funções cerebrais – isso que nominamos mente – há uma espécie de lugar hábil em projetar sonhos, idealizações e possibilidades aos intentos humanos, uma vez sermos seres desejosos, ávidos em pretensões, buscas e sentidos. Vez ou outra tal espaço se acha dentro da realidade compartilhada; outras vezes é a realidade psíquica que engenha pontes de acesso para o sujeito e seus quereres.

A questão doída se levanta quando, diante de insucessos (financeiros, afetivos, profissionais, ante a socialização, frente à comparatividade em relação à estética, fama e felicidade fácil), do olhar fragilizado por si mesmo (baixa autoestima, sentimentos de inferioridade ou de abandono, traumas, bullying, lutos, doenças, mágoas etc.) ou movido pela vingança (pulsão de morte, ira, teima, revolta, revide), o indivíduo se distancia e se perde das tantas travessias – das imaginadas e das simbolizadas – desenvolvendo, em seu desencanto, o desejo de partir pelas próprias mãos.

Marta Moneo
:
Artigo mergulha nas profundezas da mente, e discute a pulsão de morte, o suicídio e as complexidades da psique humana à luz da psicanálise.
25/1/2024

A problemática digital no reduto dos dedos

Lazer digital se torna ameaça à saúde mental, apontam estudos

Última atualização
9/2/2024 13:38
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

A evolução tecnológica propicia, de modo surpreendente, o acesso a fartas e diversificadas realizações no campo das necessidades protetivas e de valorização, ora atendendo a urgências a nós inerentes, ora àquelas nem tanto.

E sobre estas, destaco as demandas vindas da intensa, fácil e acessível oferta ao envolvimento em jogos de entretenimento online, hábeis em capturar o sujeito à viciação, em especial a quem se encontra nas fases iniciais do desenvolvimento (biológico, psicoemocional, cognitivo e social) como a quem transita pela singular e vulnerável construção identitária no tempo de adolescer.

Marta Moneo
:
Artigo discute os riscos associados a esses jogos e a necessidade de medidas preventivas e de conscientização.
11/1/2024

A vergonha enquanto ferida incurável

A dor invisível da depressão e o impacto devastador das redes sociais

Última atualização
25/1/2024 17:31
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

Andando por vielas, ruas e avenidas da grande metrópole, não há olhar que não se turve diante da dor alheia, especialmente aquela percebida pela observação dos quadros evidentes de adoecimento orgânico.

No entanto, quanta cegueira se consubstancia ante a quieta e soturna enfermidade da alma... essa, a transitar entre urros e silêncios nos labirintos da dor psíquica.

Marta Moneo
:
A depressão, reconhecida pela OMS como a doença do século, é agravada pela difamação digital, como mostra o trágico caso de uma jovem brasileira. Vítima de calúnias nas redes sociais, ela enfrentou uma luta silenciosa contra a depressão, culminando em uma decisão fatal.
19/12/2023

Eu e os outros que falam de mim

Psiquê e linguagem: uma viagem pelos significados das palavras

Última atualização
11/1/2024 14:43
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

O texto explora a linguagem como elemento essencial na formação da subjetividade humana. Desde a escuta fetal até a participação ativa, a linguagem molda percepções e identidades. Cada indivíduo constrói uma "torre de babel" interna e enfrenta desafios comunicativos enquanto busca compreender a si mesmo e o mundo.

Marta Moneo destaca a interação entre linguagem, emoção e pensamento, ressalta seu papel na formação de conexões sociais, culturais e emocionais. Ela convida o leitor a um "brincar dialógico" com as palavras, essencial para entender a nós mesmos e aos outros, num constante processo de aprendizado e crescimento.

:
22/11/2023

Sentimento de superioridade: esse grande dragão à espreita sob o manto das guerras

Humildade: a chave para entender a complexidade emocional

Última atualização
19/12/2023 11:42
Marta Moneo
Pós-graduada em A Psicanálise do Século XXI, pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap); Pós-graduada em psicanálise, pela Faculdade Álvares de Azevedo (Faatesp); Formação em psicanálise, pelo Centro de Formação em Psicanálise Clínica Illumen, com sede em São Paulo desde 2010. Outras formações acadêmicas: graduação em administração de empresas, pela Faculdade Ibero-Americana; graduação em letras, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) Catanduva; Leciona psicanálise, atua como analista didática e supervisora na preparação psicanalítica de alunos do Illumen. Atua na clínica psicanalítica desde 2017, com maior direcionamento ao público infanto-juvenil e adolescente.

A princípio, o homem vive uma vida exterior e, mais tarde, uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito (citando Fernando Pessoa) – porque, e é sempre importante lembrar, projetamos para fora e para o outro o que negamos em nós desde bebês.

O ser humano prefere ser exaltado pelo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em ação, buscando infantilmente despertar a admiração e mesmo a inveja nos outros para, assim, elevar a própria autoestima – por conta da dependência de segurança e reconhecimento externos – alimentando um momentâneo e ilusório estado de prazer.

Estreia de Marta Moneo
:
A psicanalista explora a maneira como a vaidade e o orgulho, enraizados no medo, influenciam nossa vida interior e exterior. Destaca a importância da humildade em reconhecer e lidar com esses sentimentos, propondo uma jornada de autoconhecimento e libertação emocional.

Cidade Capital é um projeto de jornalismo.

47.078.846/0001-08

secretaria@cidade.capital