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Opinião

Athletico Paranaense tem ano desafiador, com renovação e grandes expectativas para 2024

Análise detalhada do ano dos clubes paranaenses Athletico, Coritiba e Paraná Clube, com projeções e esperanças para 2024.Análise detalhada do ano dos clubes paranaenses Athletico, Coritiba e Paraná Clube, com projeções e esperanças para 2024.
Divulgação
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Vitor Roque se despede.
Thiago Batista
4/12/2023 11:37

Athletico Paranaense

Não foi um ano que o torcedor esperava, principalmente porque o time não disputará a Libertadores no ano do seu centenário. Mas, às vezes, é preciso dar um passo para trás para, quem sabe, dar dois para frente. Aconteceram algumas coisas que não estavam no planejamento, como a saída do Felipão e de toda a comissão técnica, além da lesão do menino Vitor Roque, que é a maior esperança do futebol brasileiro, junto com o Endrick. Acho o menino atleticano mais pronto que o palmeirense, sem falar na quantidade de lesões que o furacão teve durante a temporada. Para 2024, é fato que o Athletico precisa de um novo treinador e de boas contratações, até mesmo pensando na saída do Vitor Roque rumo a Barcelona. Petraglia sabe o que faz; o furacão terá uma boa temporada em 2024.

Coritiba

A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) veio para ficar, apesar de todos os erros administrativos de alguns dirigentes. Mas ela precisa de ajustes e de pessoas que conheçam futebol. A parte administrativa é muito importante, mas o resultado esportivo é necessário. O Coritiba, infelizmente, vai disputar a Série B em 2024 e terá que fazer um planejamento sólido, pensando em voltar em 2025 para a Série A. Para isso, precisa fazer uma boa mescla de atletas para reerguer o clube com a ajuda dos meninos do Alto da Glória. Raphael Veiga veio de onde? Coritiba. Matheus Cunha de onde? Coritiba. Gustavo Mosquito de onde? Coritiba. Yan Couto, Igor Jesus, Igor Paixão, entre outros... Ou seja, está na hora de valorizar e ter outros olhos para esses meninos. A chegada do Guto Ferreira é importante, também achava que Vagner Mancini seria um bom nome. Precisa também tentar manter atletas como Marcelino Moreno e Slimani, que podem ajudar muito em 2024. Futebol se faz com dinheiro e profissionalismo. Que 2024 seja um ano melhor para o Coritiba, pois sua imensa torcida merece...

Paraná Clube

Que 2024 seja um ano de verdadeira reconstrução para o tricolor, pois a fusão de que certo em 1989, que tem o orgulho e o suor dos ferroviários, merece dias melhores.

O que uma penalidade pode trazer

Dois pênaltis ficaram conhecidos de forma negativa em 2023. Teve mais desperdícios de pênalti nesta final, porém, como não lembrar da penalidade perdida por Pedro Augusto do Fortaleza na final da Copa Sul-Americana? Uma penalidade que custou o título da competição, uma boa grana pela premiação e, sem falar, na vaga direta para a Libertadores e a certeza de três jogos com o Estádio Castelão lotado e uma ótima renda. Falando ainda de penalidade, aquele pênalti que perdeu o Tiquinho Soares trouxe o Palmeiras novamente para o campeonato e contribuiu para a perda de um campeonato que estava bem encaminhado. Faz parte, pênalti não é loteria, é treinamento e concentração.

Fico por aqui, amigos. Até a próxima e viva a Rádio Cidade! Obrigado pela oportunidade.

Bola cheia é o trabalho do paranaense Cláudio Tencati à frente do Criciúma.

Bola cheia: o belo trabalho do paranaense Cláudio Tencati à frente do Criciúma, conseguindo o acesso para a Série A.

Bola mucha: a CBF, que jogou no lixo o planejamento da Seleção Brasileira, esperando um treinador que, em nenhuma entrevista, respeita nossa seleção e, novamente, apostando em convocações sem o mínimo de critério.

Última atualização
6/12/2023 11:56
Thiago Batista
Comentarista esportivo do Jornal da Cidade, do programa TVCI Esportes e da Rádio Litoral Sul FM.

'Memórias de chá', novo livro do CIS, ganha vida com homenagens e relatos

'Memórias de chá', novo livro do CIS, ganha vida com homenagens e relatos

Jane Hir
20/4/2024 9:27

Já faz algum tempo (acredito que esse seja um presente do envelhecimento) que venho aprendendo a saborear os momentos vividos. É como se relesse com atenção uma parte da história que ainda estou construindo.

Há duas semanas, escrevi sobre a apresentação do livro Memórias de chá, escrito pelas educandas do Centro de Integração Social (CIS). Nesse evento, uma cena se destaca entre as minhas lembranças: a diretora da unidade presta uma linda homenagem ao seu pai para representar, naquele momento, o leitor.

Pateta no trânsito: reflexões sobre raiva e autocontrole

Controlar o 'Pateta interno' pode transformar sua condução

Carolina Schmitz da Silva
20/4/2024 9:08

Na minha infância, lembro-me de assistir ao filme do Pateta no trânsito, uma animação da Disney na qual ele se transforma em uma pessoa raivosa ao dirigir. Aquela mudança de humor ao entrar em um carro me impressionava profundamente.

Agora, como adulta, vejo-me controlando meu Pateta interno e, em alguns momentos, percebo sua força crescer enquanto dirijo. Tendo consciência de quando ele domina, reconheço quão inadequado ele é.

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